CAPÍTULO DOZE — SEM HABILIDADES.
VICTOR BALTIMOR.
Cerrei o maxilar, mas cedi. Sentei-me. No instante seguinte, senti o peso pequeno e quente sendo transferido para meus braços. Melissa reclamou.
Um som curto, indignado. Meu corpo enrijeceu. Não sabia exatamente onde apoiar as mãos, como segurá-la sem parecer… inábil. Era a primeira vez que pegava minha filha. Elisa observava tudo, atenta, mas sem interferir.
— Assim — disse ela, ajustando levemente a posição da criança. — Não precisa ficar rígido.
Como se fosse possível. O cho