CAPÍTULO CENTO E OITENTA E SEIS — QUE ALEGRIA ESTOU SENTINDO AGORA.
ELISA RIVER.
Me virei imediatamente assim que ouvi meu nome. Por um segundo, meu coração simplesmente parou no peito. Olhei na direção da cama, e Victor estava acordado.
Os olhos abertos, a respiração acelerada, o rosto marcado por uma mistura de choque, culpa e desespero. Ele havia me chamado. Então ele chamou mais uma vez, e dessa vez pude notar ainda mais o desespero em sua voz, a urgência quase dolorosa.
Respondi imediatamente, indo em direção à cama com o coração disparado:
— Victor, estou