CAPÍTULO CENTO E VINTE E TRÊS — DIAGNÓSTICO PREOCUPANTE.
ELISA RIVER.
A palavra ainda ecoava dentro da minha cabeça como um sino quebrado. Hipertensão.
Fiquei encarando a doutora Verônica, sentindo meu coração bater tão forte que parecia querer sair pela garganta. Minha respiração ficou curta, irregular. Eu conhecia aquele termo. Conhecia bem demais.
— Hipertensão…? Eu não posso ter isso agora — falei, a voz fraca, quase sem sair.
A doutora Verônica assentiu com seriedade e se aproximou um pouco mais da cama.
— Sim, Elisa. No seu caso, trata-se de um