CAPÍTULO CENTO E VINTE E DOIS — E AS COISAS SÓ PIORAM.
ELISA RIVER.
Levei a mão à boca para abafar o soluço que veio. Pensar que talvez Victor tivesse me esquecido para sempre era aterrorizante. Senti uma tontura forte e encostei a cabeça na parede.
— Alguém pega a Mel, porque eu não estou me sentindo bem… — comentei quase sem voz, já com a visão escurecendo.
Senti quando alguém tirou minha filha dos meus braços com rapidez.
— Elisa!
Ouvi a voz da minha sogra me chamar, aflita, antes de tudo apagar.
Mergulhei numa escuridão profunda. Não sei por qu