Minha garganta ainda arde quando apoio o copo vazio na cabeceira. O silêncio do quarto é sufocante, pesado como um presságio. Filippo saiu sem dar mais respostas, deixando-me à mercê das dúvidas que me corroem.
Minha perna lateja. O ferimento foi suturado, mas a dor pulsa como um lembrete cruel da minha vulnerabilidade. Tento me mover, mas meu corpo está exausto, drenado de forças que já não sei se possuo.
Isabella.
Meu peito aperta ao lembrar do nome de minha enteada escapando de meus lábio