Cheguei em casa sentindo o peso dos últimos acontecimentos sobre meus ombros. O silêncio nos corredores me pareceu estranho, mas ignorei. Deveria estar acostumado. Caminhei pelos cômodos procurando por Angeline, mas ela não estava lá.
— Onde está Angeline? — perguntei a um dos soldados na entrada.
— Saiu, senhor. Foi ao shopping. — respondeu ele, sem hesitação.
Assenti, afastando a leve irritação que subia pela minha garganta. Deixei passar. Ela precisava de espaço, e eu tinha outras preocupaçõ