A escuridão da sala de reuniões envolvia meu espírito enquanto eu tentava traçar um plano para resgatar Angeline e Isabella. Meu coração estava pesado, a incerteza pesando como uma âncora. Sem saber quem as sequestrou, qualquer movimento que eu fizesse poderia ser um passo em falso. A impotência me consumia.
Giovanni entrou, sua presença sempre imponente.
— O que temos, Matteo? — ele perguntou, a voz baixa, mas firme.
— Estamos no escuro. — respondi, batendo os dedos na mesa de madeira. — Nada