Capítulo 11 — O Pingente
Narrador:
Ele respirou, mais uma vez, mais forte. Mais devagar. E então... a imagem veio à sua mente.
Sua mão, sua mão se levantando sozinha, sua mão atravessando o ar.
E o tapa. O golpe seco. A cabeça de Antonio girando. O silêncio posterior.
Seus olhos se abriram de repente.
— Não... — sussurrou — Não. Não. Não. Não pode ser que eu tenha feito isso.
Seu coração deu um salto.
— Eu bati nele... — disse, ainda processando a loucura — Eu bati em Antonio Montalbán.
Tirou as