Ingrid de Danielle
O álcool até subiu; não sei se foi a safadeza no carro ou as palavras que ele acabava de dizer, com uma seriedade espantosa. Mas era óbvio que eu não acreditei em nenhuma delas — nem se ele se ajoelhasse e jurasse diante de mim.
— Sabe bem o que está me dizendo?
— Claro que sim, Ingrid. Eu não bebi. Estou cansado de só me imaginar com você. Quero viver as minhas vontades. Contigo eu vou à exposição do Monet ou a uma pista de gelo; ao restaurante mais caro ou à padaria mais si