NIKOLAI VOLKOV
O caos ao nosso redor não dava trégua. Balas ricocheteavam na lataria dos carros, o ar cheirava a pólvora queimada e sangue. Eu mantinha Angeline protegida atrás do meu corpo, uma mão firme em sua cintura, a outra segurando a arma com precisão mortal. Meu único objetivo era tirá-la dali viva.
De repente, um grito rouco veio da esquerda. Dimitri, que estava dando cobertura, cambaleou para trás. Uma bala o acertou de raspão no ombro, rasgando a carne e fazendo o sangue jorrar. Ele