NIKOLAI VOLKOV
Mais tarde, quando finalmente estávamos a sós em nosso quarto, sentei-me na cama ao lado de Angeline. Apesar de toda a ameaça que pairava sobre sua família, ela ainda estava radiante por causa do bebê. Sua mão repousava sobre o ventre num gesto que já se tornara automático e protetor.
— Angel — comecei, com a voz séria —, você precisa lembrar, a cada segundo, quem são aquelas pessoas lá embaixo. O que elas fizeram com você. O que tentaram fazer comigo. Não se deixe levar pela enc