ANGELINE HARRINGTON
Em outro momento, já na madrugada seguinte, com a febre baixando um grau, ele abriu os olhos. Desta vez, havia um lampejo de consciência neles, mas era turva, embaçada pela dor e pelos remédios. Seu olhar vagueou pela sala até encontrar o meu.
— Angeline… — murmurou.
— Estou aqui.
Ele fechou os olhos novamente, como se o esforço fosse grande demais.
— Ela era… como você. Suave. Antes de… de tudo acabar. — A voz era um fio de sopro. — Ele a quebrou. O mundo a quebrou