ANGELINE HARRINGTON
O médico me consolou, soltou suavemente as minhas mãos e com um olhar de absoluta concentração. Começou seu trabalho, e pela expressão séria que logo tomou seu rosto, soube que era grave.
— O que houve, doutor? — perguntei, engolindo em seco.
— Senhora, ele vai precisar de uma cirurgia no braço. Imediatamente. E muito provavelmente de sangue. Perdeu muito — explicou, os olhos não deixando o ferimento. — Foi uma veia importante.
Um choro desesperado subiu em minha garg