NIKOLAI VOLKOV
Desde a hora em que vi Angeline naquele vestido verde, deslumbrante na festa, meu corpo entrou em combustão. Não era mais apenas atração. Era uma fúria de desejo que me tirava do eixo. Sabia que precisava ter muito mais dela do que a mera companhia como esposa ornamental. Queria possuí-la como minha mulher, como a jogadora da minha cor. Queria foder aquele corpo com uma intensidade que a deixasse marcada, não pela violência, mas pela luxúria. Queria mostrar àquela pele branquinha