CAPÍTULO 155

NIKOLAI VOLKOV

Acordei com o peso da bebida forte da noite anterior — foi o que fiz depois que deixei Angeline em casa. Precisava de uma anestesia para aquela dor. Levantei-me cambaleante, fui ao banheiro, lavei o rosto com água gelada. O reflexo no espelho estava abatido, olheiras profundas, olhos vermelhos.

Patético, pensei.

Mas quando voltei ao escritório, não fui direto para o café. Não fui para a cozinha. Fui direto para o computador.

Os relatórios sobre ela já tinham se tornado minha
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