PONTO DE VISTA: NIKOLAI VOLKOV
A porta do quarto estava entreaberta. Antes de entrar, ouvi o som que mais desejei nos últimos dias: a voz dela. Fraca, trêmula, mas viva.
— Eles são tão pequenos… — Angeline disse, e havia uma suavidade naquela voz que me atravessou o peito.
— São perfeitos, senhora Volkov — a psicóloga respondeu com um sorriso. — A senhora e o Pakhan são pais de sorte por ter essas belezinhas tão saudáveis.
Empurrei a porta devagar.
Angeline estava sentada na cama, cerc