CAPÍTULO 118

NIKOLAI VOLKOV

As imagens saíram da impressora uma a uma, oito destruições do meu mundo e de tudo que eu acreditava amar, emolduradas em tinta. Espalhei-as sobre minha escrivaninha, meus olhos percorrendo cada detalhe com uma obsessão doentia. Agarrei um punhal que possuía na gaveta e reci as fotos.

O homem na foto impressa parecia ainda mais jovem.

As fotos eram reais. Eu sabia.

Conhecia cada parte do corpo de Angeline — e ali, no vale dos seios dela, estava aquele sinal delicado que eu beija
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