Lucien Bellamy
O ar dentro do armazém é pesado.
Quente, denso… impregnado de sangue.
Eu respiro fundo e sinto o cheiro metálico invadir os meus pulmões, misturado com o suor, o medo… e o desespero. É um cheiro que eu conheço bem. Um cheiro que me mantém desperto, alerta… vivo. E, neste momento, eu estou completamente no controle.
Meus olhos voltam para Francis.
Amarrado na cadeira, a cabeça caída para o lado, o corpo praticamente destruído.
O nariz sangra sem parar. O lábio está aberto. Há cort