Lucien Bellamy
Eu abro os olhos devagar e a primeira coisa que sinto… não é o quarto, não é a luz, não é nem o corpo descansando.
É peso.
Um peso estranho e interno. Como se estivesse nos músculos, nos ossos, na própria mente. Eu solto um suspiro longo, arrastado, e levo a mão ao rosto enquanto bocejo. Mesmo depois de ter apagado completamente, eu ainda me sinto exausto. Como se não tivesse sido o suficiente e... como se nunca fosse ser.
Eu me mexo na cama, ainda meio lento, e viro o rosto para