O sol da manhã entrava de mansinho pelas cortinas brancas do apartamento de Monique, espalhando uma luz dourada sobre o ambiente silencioso. Do lado de fora, a cidade já despertava com o som distante de buzinas e passos apressados nas calçadas, mas ali dentro reinava um clima de calma preguiçosa. Monique, ainda de cabelos soltos e vestindo um robe de cetim claro, estava sentada à mesa, uma caneca de café fumegante à mão. À sua frente, um caderno aberto revelava linhas apressadas com nome