Ashley
Enquanto a vovó fechava a última travessa de bolo e o vovô conferia os pneus do carro, fui até o quarto e sentei na beirada da cama que Elise costumava ocupar nas nossas férias de verão. Olhar aquele espaço vazio me dava um nó no peito — mas também um fio de esperança. Ela havia sobrevivido. Ela ainda estava aqui.
A porta se abriu suavemente, e a mãe dela apareceu com passos leves.
— Está tudo pronto? — perguntou, sentando ao meu lado.