Elise se sentou na beirada da cama, o corpo exausto, mas o coração em paz pela decisão tomada. Olhou em volta pela última vez, respirou fundo e esticou a mão até o telefone fixo do flat.
Discou o número da mãe com os dedos ligeiramente trêmulos.
Depois de dois toques, a voz suave e familiar atendeu do outro lado.
— Alô?
— Mãe... sou eu. — disse Elise, com um sorriso melancólico.
— Minha filha! Está tudo bem? — perguntou com ternura.
<