MATTEO MANCINI
A campainha tocou, um som que ecoou de forma diferente naquela tarde ensolarada, anunciando uma presença que eu não esperava. Não era uma visita comum, a ligação que recebi minutos antes da portaria, já me dizia que algo importante estava prestes a acontecer. Era minha mãe, Suzana. Mas ela não estava ali apenas para uma visita de rotina, seu olhar carregava a mesma apreensão que eu senti ao ligar para ela, misturada com uma urgência palpável. Seus olhos, marejados de emoção, en