ALEXIA DINIZ
Ele me puxou para um abraço apertado, e eu me permiti desabar em seus braços, as lágrimas molhando sua camisa.
— Eu te amo, Alexia — Ele sussurrou em meu cabelo, beijando o topo da minha cabeça. — Eu sempre amei você. E nada, nem a Daniela, nem as mentiras, vai mudar isso.
Levantei o rosto, meus olhos inchados, mas com uma nova resolução. A dor não me quebraria. Eu havia suportado oito anos de amnésia, um filho perdido e a manipulação de Celina. Daniela não seria mais um obs