A comida ainda estava fresca, espalhando um cheiro reconfortante de temperos caseiros misturado ao leve aroma do bacon grelhado. Estávamos sentados num canto tranquilo do campus, sob a sombra de uma árvore de folhas largas, e mesmo com a brisa leve daquela tarde de quarta, o clima estava tenso — e tudo por causa de uma marmita.
— Não é nada, meu amor — murmurei, tentando disfarçar a culpa que escorria pela minha voz. Forcei um sorriso fraco, mas a expressão dela permanecia firme. — Desculpa.