Lyra sentia o vento frio da noite cortando sua pele, mas não se importava. O álcool em seu sangue a fazia se sentir leve, corajosa… ou talvez apenas entorpecida.
Ela caminhou mais para dentro da floresta, onde a neve caía lentamente, cobrindo o chão como um manto branco. O silêncio era quase reconfortante, apenas o som do vento e da própria respiração preenchia o espaço.
Ela olhou para o céu, para a lua cheia que iluminava tudo ao redor.
— Deusa da Lua... — sussurrou, sua voz embriagada, carre