Capítulo XIV: No Campo do Onisciente - Parte II
O crepitar de folhas mortas os acompanhou enquanto percorriam as vias da cidade, as calçadas ondeando sobre as raízes que cresciam em direção às casas e as copas das árvores batendo em janelas quebradas há muito tempo sem se preocuparem com tesouras para as podarem. Os postes a óleo não iluminavam mais, quem quer que corresse as ruas para acendê-los já estava muito distante, e alguns deles jaziam ao chão envergados, como se os tivessem manejado em uma feroz luta de espadas. Poucas pessoas caminh