— Acorde e diga quem é — uma voz baixa a puxou dos seus sonhos, tão mansa que soube que não foi o único modo de despertá-la. Viu que estava certa ao sentir sua cabeça sobre uma pedra e não mais Bervis.
Uma lanterna a óleo era posta diante do seu rosto, dificultando a identificação da figura de quem a chamava. A ackamitzarin se sentou, sua mão buscando a espada de forma tola. A silhueta de Bervis surgiu de pé a uma curta distância, observando a situação. Acalmou-se, sabia que ele agiria se fosse