Maya saiu silenciosamente da casa da alcateia, os pés descalços roçando na grama fria. O ar noturno soprava suavemente, fazendo seu longo cabelo prateado balançar, mas ela parecia gostar de cada som. Qualquer coisa era melhor do que ouvir as risadas de Zara ecoando em seus ouvidos.
Ela não sabia para onde estava indo, apenas caminhava, o coração pesado, o peito apertado. As árvores se erguiam ao seu redor, altas e firmes, com as folhas dançando ao ritmo do vento. A lua brilhava intensamente, il