Maya estava deitada na cama, o rosto coberto de lágrimas, perdida em seus pensamentos. Já era ruim o bastante que seu pai favorecesse Zara, mas querer que ela se casasse com o homem mais velho da alcateia? “Isso é o cúmulo,” murmurou, um soluço escapando de seus lábios.
“Eu só me casarei com ele por cima do meu cadáver,” sussurrou, a voz trêmula de nojo. “Prefiro correr solta pela floresta e ser despedaçada por lobos renegados do que me acorrentar a aquele velho.” O pensamento das mãos enrugada