(Ponto de Vista de Elara)
Parecia que o tempo tinha se arrastado por, no mínimo, duas horas. Com tudo escuro do lado de fora, não dava pra saber quanto tempo tinha passado, só que eu já não aguentava mais ficar deitada. Assim, escorreguei para fora dos cobertores e atravessei o quarto em silêncio. Já estava quase alcançando a porta quando um braço envolveu minha cintura e me puxou de volta contra um peito firme.
— Para onde você acha que vai escondida? — O hálito quente dele roçou minha orelha,