Clara chegou ao café onde havia marcado com Maurício. Ele estava em uma mesa ao fundo, de frente para a porta. Ela sempre achava engraçada a forma como ele reagia quando os amigos chegavam: parecia sisudo, o rosto contraído em uma expressão de irritação. Mas, assim que reconhecia a pessoa, o rosto automaticamente se abria em um sorriso enorme e verdadeiro. Resolveu testar e aconteceu o mesmo com ela.
Aproximou-se, puxando a cadeira e brincando:
— Tá rindo do quê, grandão?
— Da sua cara, sua pal