Tessa apertou o volante com força, encarando a porta fechada de casa com o olhar perdido.
Ela havia estacionado na entrada, mas não desligara o motor, de modo que o carro ainda permanecia ligado, embora mal conseguisse ouvir o som do motor diante do turbilhão de pensamentos que martelavam em sua mente.
Henry.
Seu pai.
Não. Seu pai biológico.
As palavras soavam estranhas, por isso ela as repetiu mentalmente, tentando fazer com que parecessem reais, mas não se encaixavam, como se não pertencessem