No quarto de Tessa, Kris se encostou no batente da porta e ficou olhando a pequena figura na cama, notando a respiração calma e contínua que movia o peito sob o edredom rosa e fofo.
Momentos antes, ela o agarrara usando toda força, com as mãozinhas cravadas em sua camisa, implorando repetidas vezes que ele prometesse ser o seu papai, o único, e que jamais deixaria o homem mau levá-la embora.
Agora, ela dormia tranquila, com a expressão serena e leve, como se o peso dos medos tivesse desaparecido