Kris estava sentado na escuridão de sua cobertura, iluminado apenas pelas luzes fracas da rua e pelo ocasional reflexo da televisão que ele nem sequer havia ligado.
A garrafa de uísque meio vazia estava firme em sua mão, com o gargalo sendo apertado como se fosse um pescoço prestes a ser esmagado, embora nem soubesse de quem. Ao soltá-la, ela tilintou contra a mesa de vidro, e ele se deixou recostar, com os olhos pesados, mas ainda abertos.
Foi então que a campainha tocou.
O olhar duro que lanço