O sábado chegou tranquilo, sem compromissos para Thalassa ou Luisa fora de casa.
Kris, que ainda sofria com a dor no ombro, mal tinha conseguido dormir. Ao despertar, espreguiçou-se com cautela e se ergueu, com o braço preso à tipoia, notando que, apesar de o incômodo persistir, estava menos intenso do que na noite anterior.
No banheiro, escovou os dentes e lavou o rosto antes de descer, e, como não encontrou nem Thalassa nem Luisa, deixou-se guiar pelo aroma do café recém-passado até a cozinha.