O telefone celular vibra nas mãos de Kaito, que estica o braço para Dante sem dizer nada. O detetive pega o aparelho e leva ao ouvido com um suspiro silencioso, ainda sentindo o calor do quarto às costas.
— Diga — ele solta, a voz rouca.
— Boa noite, Alfa Dante — a voz do ômega ressoa no fone, cerimoniosa e cautelosa. — Sei que não gosta de receber diretamente as ligações desse velho e deixa um secretario humano, mas esse assunto tem que tratado direto com o senhor.
Dante não responde de imedia