— Você é um deles! — O homem acusa, a voz rouca, mas carregada de certeza. Os olhos, dilatados e brilhando em fúria, se cravam nos de Dante como navalhas.
O lycan não se surpreende com a afirmação do humano. Seus olhos vão até a marca de companheiros, a letra desenhada perfeitamente sobre a pele fina entre a nuca e o pescoço, quase escondido no lóbulo da orelha.
Dante não se surpreende. Apenas respira fundo, tentando manter o controle. Seu olhar desliza, instintivamente, para o ponto onde a pel