— Eu não... eu não aguento — Celina sente que irá morrer, que se ele continuar, seu corpo vai desmanchar.
— Aguenta, sim — Dante rebate contra sua fenda, e raspa de leve os dentes no botão sensível dela fazendo-a engasgar com a própria saliva. — E vai gozar a minha boca, safada.
A voz dele a xingando envia outra onda de prazer por todo o corpo dela. E as sucções continuam. Fortes. Quentes. Molhadas. Os lábios dele se fecham em torno do ponto mais sensível dela como se fossem feitos para aquilo.