O carro balançava, denunciando a selvageria nua e crua que estavamos fazendo, caralho! A segurei pelas coxas para mim, a calcinha vinho de renda de lado. A mulher embaixo de mim olhava-me com luxúria nos olhos, gemia delicioso, enquanto eu mal conseguia saber o que queria, fodê-la, beijá-la ou obrigá-la a passar a noite comigo.
— Oh, oh, delícia! — Ela gemeu, me causando mais arrepios, espalmei a mão em seu pescoço, vendo-a virar o rosto de lado. O suor me molhava, o calor do carro era insano,