O carro balançava, denunciando a selvageria nua e crua que estavamos fazendo, caralho! A segurei pelas coxas para mim, a calcinha vinho de renda de lado. A mulher embaixo de mim olhava-me com luxúria nos olhos, gemia delicioso, enquanto eu mal conseguia saber o que queria, fodê-la, beijá-la ou obrigá-la a passar a noite comigo.
— Oh, oh, delícia! — Ela gemeu, me causando mais arrepios, espalmei a mão em seu pescoço, vendo-a virar o rosto de lado. O suor me molhava, o calor do carro era insano, o banco de trás mal dava para nós dois. Eu não queria gozar, mas já estava perto. Ela estava em vantagem, apertada, quente e safada. Ela virou o rosto chupando o meu dedo indicador, a minha mão ainda em seu pescoço.
— Safada, já mandei cancela, essa porra! Cacete! — grunhi, falando do compromisso dela. Ela riu, os dentes brancos. Deslizou a língua em meu dedo, fechei os olhos.
Toda a tensão se espalhou, o jato saiu de mim. A penetrei com mais força, jorrando tudo dentro dela. Orgasmo de mulher e