Capítulo 36 - Caterina

Acordei antes dele.

Não por hábito. Por necessidade.

A luz da manhã entrava pelas frestas da cortina, desenhando linhas suaves sobre o quarto que, poucas horas antes, parecia pequeno demais para tudo que tinha acontecido ali dentro. Agora, parecia… quieto.

Diego ainda dormia.

Ou fingia.

Observei por alguns segundos. O rosto relaxado, a respiração estável. Era estranho vê-lo assim. Desarmado. Como se o homem que matava sem hesitar pudesse simplesmen
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