Eu não acredito em presságios.
Acredito em padrões.
E, naquela noite, tudo seguia o padrão exato de quando alguém decide que outra pessoa não deve amanhecer viva.
A mansão estava silenciosa demais. Não o silêncio confortável de rotina controlada, mas o silêncio atento, aquele que se instala quando até as paredes parecem escutar. Eu caminhava pelos corredores com passos contidos, não por cautela, mas por hábito. Homens como eu não fazem barulho sem motivo.
Caterina estava no quarto dela.
O quart