Quando estacionaram diante do prédio, Matteo desligou o motor… mas não se mexeu. Ficou ali, no escuro, com o rosto iluminado apenas pelos faróis distantes da rua. Darya virou-se para ele… e encontrou-o já a olhar para si.
A tensão entre eles tornou-se quase palpável.
— Posso dizer uma coisa? — perguntou ele, a voz baixa demais.
— Podes.
— Nunca te vi tão bonita como hoje.
O ar pareceu ficar mais quente.
Darya desviou o olhar, tentando recuperar o controlo.
— Foi… só um jantar.
— Não.
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