— Eu não posso deixar que ele destrua isto também… — disse, num tom mais firme. A decisão instalou-se com mais clareza. — Ele não pode saber.
Pelo menos, não agora. Talvez um dia. Quando tudo estivesse mais estável. Quando ela própria estivesse mais forte. Mas não naquele momento, em que ainda estava a reconstruir-se peça por peça. Darya afastou-se da janela e caminhou lentamente pela sala, como se precisasse de acompanhar fisicamente o peso das decisões que estava a tomar. Cada passo parecia