AMÁLIA
Ao atravessarmos a passagem escondida, senti o ar mudar imediatamente.
A sala secreta era fria, silenciosa... quase viva.
As paredes de pedra estavam cobertas por símbolos antigos desenhados com a mesma tinta escura que marcava a entrada do local. Velas negras queimavam em cada extremidade do cômodo, espalhando sombras inquietas pelo chão. No centro havia um grande círculo ritualístico, repleto de runas e marcas que pulsavam suavemente, como se respirassem magia.
Olivia segurou minha mão