Com a consciência voltando aos poucos, mais uma vez Paulina confrontou a força do desejo que a arremessava direto para os braços do Salvatore. Tão forte e sedenta que ela continuava com o roupão amarrotado pelo rompante ávido. Tão alucinante que chutara a cautela para o canto, agarrando-se a volúpia esquecida de tudo, de que os pais dele estavam só alguns quartos de distância.
— Você é louco — Paulina murmurou recuperando o fôlego. — E se alguém te viu entrar?
— No momento, essa é a menor das m