Ergueu o olhar encontrando Simon no vão da porta, o peito subindo e descendo apressado, os cabelos desalinhados, olheiras profundas e o suor impregnado nos fios escuros e no rosto afogueado. Ele estava com a aparência péssima. Ela se levantou e deu alguns passos, instintivamente querendo cuidar dele, mas logo parou ao lado da escrivaninha.
— Como vai, Simon?
— Mal, péssimo, desde que você partiu — ele confessou recuperando aos poucos o fôlego.
Ela jogou o peso sobre uma perna, mordendo a parte