Depois de cumprimentar o primo e garantir que estava bem, Paulina parou em frente à Mamoru, que por sua vez a olhou com insegurança. Sorriu, a outra correspondeu e, sem qualquer palavra, se abraçaram.
— Desculpe-me! — Tábata pediu baixinho, ainda a apertando.
— Eu que peço desculpas! — retrucou com voz embargada. — Você tinha razão.
— Eu não tinha o direito de interferir.
— Você é minha amiga. O que quiser dizer pode fazê-lo sem medo. — Paulina declarou, afastando-se para olhá-la nos olhos e ga