Alena Petrova
— Mãe, onde você estava? O que aconteceu com você?
As palavras saíram de mim em desespero, mais como um soluço do que como uma pergunta. Minhas mãos tremiam enquanto percorriam cada centímetro do corpo dela, os pulsos marcados, o rosto abatido, a pele mais fria do que deveria estar. Eu precisava ter certeza de que ela ainda estava inteira, de que não havia nada além do que meus olhos conseguiam ver.
Mas ela não respondeu. Seus lábios estavam entreabertos, os olhos fixos em algum p