Marcus Daniells encontrava-se em um território familiar, porém repleto de lembranças dolorosas. Com os dedos, ele acariciou o pequeno pingente, uma réplica exata daquele que Analú carregava consigo. Dois iguais haviam sido encomendados, além de um menorzinho, especialmente destinado para a pulseira da pequena Lua Rosa.
Marcus apertou o pingente em sua mão com firmeza, uma determinação sombria refletida em seu olhar. — Eu os farei pagar, meu anjo rosa e minha morena de olhos negros — murmurou el